Soro fisiológico NÃO está sendo aplicado no lugar de doses das vacinas de Covid-19

O noticiário nas últimas semanas tem repercutido bastante o caso da enfermeira no Rio de Janeiro que aplicou uma “vacina de vento”, em uma idosa de 85 anos, em um

Soro fisiológico NÃO está sendo aplicado no lugar de doses das vacinas de Covid-19

O noticiário nas últimas semanas tem repercutido bastante o caso da enfermeira no Rio de Janeiro que aplicou uma “vacina de vento”, em uma idosa de 85 anos, em um drive-thru de vacinação em Copacabana, Zona Sul da cidade. Os casos aconteceram também em Petrópolis e Niterói. Com isso, nas redes sociais, surgiu a informação de que no lugar da dose da vacina contra a Covid-19, teria sido aplicado soro fisiológico. Contudo, não é isto que está acontecendo.

O boato que circula é que profissionais de saúde estariam desviando vacinas para parentes e amigos. Em idosos, eles usam seringas com soro fisiológico em lugar do imunizante. Segundo o texto que está sendo compartilhado nas redes, os agentes de saúde estariam deixando seringas prontas com soro fisiológico para o público que a dose da vacina estaria sendo desviada. 

Porém, esta informação não passa de uma teoria da conspiração. Não há nenhuma evidência que comprove que os profissionais de saúde estariam desviando doses da vacina para beneficiar amigos ou parentes. A técnica de enfermagem que deixou de aplicar a dose da vacina foi afastada pela prefeitura da Cidade do Rio e chamada para prestar esclarecimentos. Da mesma forma, ocorreu em Niterói e Petrópolis, onde o caso também se repetiu. A Secretaria Municipal de Saúde anunciou que a idosa teve a dose reaplicada e que abriu uma sindicância para apurar o ocorrido.

Teste 3

Diante destes episódios, os profissionais que aplicam a vacina foram orientados a mostrar a seringa sendo cheia de imunizante antes da aplicação. Tudo para evitar fraudes e dar mais segurança no processo.

EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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